Canção para o Léo

 

Calma Leonardo
A vida é tão bela
Essa é a canção
Para meu amigo stressadão

Ele me olha
com um olhar matador
eu morro de medo
Creio que vou sentir muita dor

Ele é meu amigo
não sei o que fazer
ele ta tão nervoso
e a gente não sabe porque

 

**Eu compondo essa música aí!!!**

Regressão

Progressos perdidos

Tudo o que é bom

Parece que foi em vão.

E me desdobro em duas

Passado e futuro

O presente foi presente

Do mero esquecimento.

 

Presentes não existem

Nessa vida insossa

É tudo errado

E regrido à minha morte.

 

E não são mais as mesmas pétalas

Pétalas roxas no chão

As vermelhas o vento levou

Junto com o presente

Que não é mais presente.

 

Rosas não existem

Palidez, mas que coisa!

Nesse jardim roçado

E regrido à minha morte.

 

E não é mais o mesmo amor

Cacos mais que quebrados

Cortam meu coração

Só me restam as magníficas

Magníficas recordações.

 

Corações não existem

Fossa delicada

A decepção, ele enforcado.

E regrido à minha morte.

 

Valsa Venenosa

 

Não faz tanta falta

Nem tão pouca diferença

Fui em vão

Pétalas no vento congelaram.

 

Seu olho petrificou

Todo amor se foi

Foi em vão

Nada mais sou

Não contava horas

Contava ocasiões.

 

Meu coração perfurou

Morri ali

E você chorava por mim

Não entendia sua dor

Lágrimas de sangue

Meu corpo derramou.

 

Leve contigo essa dor

Não pude suportar

Diante o sol

Amor eterno proclamou

As estrelas

Seu amor renegou.

 

As estrelas enfeitaram

Cenário ocasional

Melancólica noite

Você depois me matou

Mas uma valsa alegre

Primeiro comigo dançou

Acreditando dançava

Você me assassinou

O veneno de minha morte tomei

Morri

Morri de amor.

 

 

Borboletas

És tão importante para mim

Nem sei como biografar.

Amor da minha vida

Borboletas hei de achar.

 

Pra vida passar

Ver-te sorrir

Assim te amar

Simplesmente doce

Borboletas pra alegrar.

 

Exemplo modelado

Fortemente meiga

Quero estar ao teu lado

Borboletas vão me guiar.

 

Teu sorriso me contagia

Seu olhar me ilumina

Onde quer que eu vá

Borboletas irão me lembrar.

 

Tu nem deves saber

Imenso é meu amor

Merece mais que isso

Todo amor que a Terra há de ter

Borboletas fazem-me te amar.

 

Tu és minha borboleta

Teu amor quero ter

E junto de ti voar

Borboletas... ah borboletas

Uma flor me fez achar.

 

Ofuscantes Lágrimas

Fechada em mim

Engolindo a dor

Sufocada em temor.

Esmagada num soluço.

 

Sem saber quem sou

Em círculos ando

Dói minha mente

Inflamo em dor.

 

Mascarada por sorrisos

A mim me entrego

No silencio de minha angustia

Marcas de meu temor.

 

Presente passageiro

Leva-me ao futuro

Ponte das lágrimas

Atravesso sozinha

Procurando minha paz.

 

Já tentei de tudo

Dor maior que eu

E de cintilantes olhos

Gotas de tristeza

Fazem seu brilho ofuscar.

 

Diferença Distinta

Uníssono som

Fragmentos de barulho.

Tão distintos

Pensamentos se unem.

 

Estranhamente agem

Demonstram uma doença

Que não lhes pertence.

 

Preconceitos pequenos

Vão lhes formando

Tão diferentes

O mundo vão conquistando.

 

Num horizonte tão perto

Cortado por palavras

Passam-lhe uma navalha.

Não entendem

Somente subentendem.

 

Freneticamente agem

Passivamente destroem.

Um intenso brilho

Em meio à escuridão.

 

Yasmin

Sutilmente cresceu

Na tão pura inocência

Cresceu, cresceu

Enfim apareceu.

 

Uma flor no jardim

Era bela Yasmin

Meiga e forte

Nasceu, cresceu.

 

Pranto e solidão

Alegria, excitação

A menina absorveu

A maldade angelical.

 

És hoje Yasmin

Contraste natural

É inferno e céu

Num aroma sem igual.

 

Carrega consigo

Um pedaço do paraíso

É tão esperta

Que ao tempo se aliou.

 

É minha mágoa

Tão profunda.

Por estar feliz

Soberana alegria.

 

Tua doce existência

Um pouquinho posso ter

Somente um toque

Leva-me as nuvens

Sem eu nem perceber.

 

Ah, Yasmin

Como tu és

Especial para mim.

 

 

 

 

Canção da Escravidão

Numa noite fria

Uma lágrima escorria

O vento soprava

Lágrima em pedra

Se transformara.

 

Em seu rosto marcara

As pedras derramadas

Por detrás de seus olhos

Na escuridão mergulhava.

 

Tão fundo jogava

O coração numa cartada

No ar o silêncio pairava

Seu coração sufocava.

 

Confuso chorava

Dos enganos passados

Simplesmente arriscara

Coração guiar seus passos.

 

No chão deitado congelava

Sussurrando uma canção passada

Olhos inflamando de dor

Ninguém percebia seu ardor.

 

Independência ou morte

Ao coração proclamou

Um último suspiro deu

 Pois a escravidão

Já lhe acorrentou.

 

Poema sem Rima

Nesse poema não quero rimar
Quero apenas escrever
E sobre meus sentimentos falar
Hoje consigo perceber
A falta que sinto de você
Às vezes viajo
Vivo de ilusões
Pra falar a verdade
Nem sei se todo esse sentimento
De fato é verdadeiro
Mas que você me faz falta
Isso não posso negar
Era tão bom com você poder conversar
Ouvir estórias, casos mirabolantes
Que só contigo mesmo
Podia acontecer
Lembro-me de todas
E isso me faz sorrir
Às vezes perco-me no tempo
Nessa nostalgia
E isso me traz tanta dor
E ao mesmo tempo
Uma enorme alegria
Pode parecer estranho
Um poema sem rima
Tomara que um dia
Você possa perceber
Que "eu" rima
Perfeitamente com você

***Autor anônimo, que é tão humilde que não quer aparecer***

 

 

Manias
Manias tenho:
Assopro bolo sem perceber,
Digo oi numa forma de me aparecer.
Freneticamente balanço minhas mãos,
Expressando-me sem nem entender.
Mordo meus lábios, desejando outros ter.
(Somente os seus)
Rindo, choro chorando sem saber o que fazer.
Canto mentalmente qualquer música que preencha meu ser.
Dou risada do nada, equilibrando o que me faz entristecer.
Cheiro meu edredom, (isso ninguém podia saber).
Escrevo mentalmente, e também literalmente.
Falo de estudar, na procura de uma cidadã ser.
Leio tudo, o que na minha frente começa a aparecer.
Fico no MSN até o amanhecer, (às vezes)
Durmo no chão da sala, para uma rotina nunca ter.
Atraso-me facilmente, só pra poder correr.
Fico dias sem comer, pra ver o que não posso ser.
Fico com ciúmes de coisas bobas, que nem dá pra perceber. (sou ciumentaaa)
Digo coisas bonitas, para o mundo poder iluminar.
Amo tudo e todos facilmente, sem me arrepender.
Tento o mundo mudar, só para todos poderem viver.
Levanto meu pé, quando um abraço de amigos ouso ter.
Tenho medo de gatos, só porque um sonho veio-me perturbar.
Sinto saudades, por não te ver.
Odeio rotinas, e para não as ter,
Faço loucuras que as pessoas duvidam do que eu possa fazer.
Fico sem graça, quando um louco insiste em me elogiar.
Pulo, para mais perto do céu estar.
Mas dentre essas manias, a que mais gosto ter
É AMAR VOCÊ!
Elegia Estrelar

Deixe-me pensar

Deixe-me voar

É assim que hoje quero.

 

Ilusões no cemitério

Sem sentido sigo

Sozinha prossigo.

 

Hoje é real

Ontem surreal

Um pedacinho do céu

No meu caminho.

Sozinha me dramatizo

Choro um choro sofrido.

 

Alguns me querem

Outros me perseguem

Minha vida dança

Ao som de meu drama.

 

Minha doce melodia

Ouço-a sempre alegre

Brilhe sempre, estrelinha.

 

Mundo Colorido

Vou me reinventar

De um jeito novo

Que vou poder pensar

Seguir meu rumo.

 

Criar um mundo

Mundo só meu.

 A alegria por todo lado.

 

Deixar o presente

Fazer o futuro pintar.

Um mundo novo

Com poemas

E poetas a poetizar.

 

O coração se cansou

Minha mente se revoltou.

Os olhos se encantam

Com um futuro

Que as nuvens nos soprou.

 

Um mundo pra brincar,

Um mundo pra pintar.

Sem recriminação

Poder ser o que quero ser.

Um mundo pra loucuras fazer

Esse é o mundo que vou criar.

 

Passarinho!


Era eu e o vento
Eu ficava a pensar
No que deixei pra trás.
A saudade apertando.

Eu te procurava em cada passo
Eu queria te enxergar
Em qualquer lugar
Fiquei só.

E no meio de uma árvore
Enxerguei você.
Estava lá
A cantarolar.

Ele era colorido
E cantava sem parar.
Demonstrava alegria
E eu não queria
Deixá-lo voar.

Ele me fez feliz
Como tu me faz.
Ele me fez
Perto de ti estar.

Naquela tarde
Um minuto se fez passar
Era o meu passarinho
Que de ti me fez lembrar.

 

Surpresa!

A vida me pegou de surpresa
Eu nem queria saber
Muito menos entender
Foi maior que eu
Foi maior daquilo
Que eu poderia querer.
Mas sua presença era constante
E seu olhar cada vez mais penetrante.

Foi dificil de aceitar
Eu nem sabia como lidar
Mas o amor me fez querer.
Ao mundo poder gritar
O que me sufocava
O que me fazia te amar.

Foi dificil pra mim
Foi dificil pra você
Foi dificil pra todo mundo
Que queria entender.
Se surpresa fiquei
Imagine você.

Será que um grande amor
Nasce assim?
É tão puro
É tão timido
É o amor que tenho por você.

 Abstinência Textual poética!

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